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fanfic.gucilia7

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CAPITULO 49 Penso bem na história que vou contar, e escolho a de Jó que passou por tantas dificuldades ...
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CAPITULO 49 Penso bem na história que vou contar, e escolho a de Jó que passou por tantas dificuldades mas nunca perdeu sua fé. Pode não ser uma história infantil, mas fala muito da fé em momentos difíceis, não pode deixar de acreditar que vamos vencer, e é o que eles precisam. Conto tudo que eu sei sobre a história de Jó, como ele perdeu tudo que tinha, e sobre a sua dor, e o momento em que todas as coisas ruins foi embora como uma fumaça. Depois de contar a história decido orar junto com eles em prol das famílias e dos amigos que ficaram pra trás, mentalmente eu peço a Deus que socorra todas as crianças nessas situações. Eu tenho que sair daqui o mais rápido possível. - A quanto tempo vocês estão aqui?- pergunto para as quatro crianças. Ana uma menininha dos cabelos loiros como a noite, diz ter um ano, Rafael dois anos, Carlos seis meses, e Lianá um ano. São crianças fortes, tem que ser, só assim para conseguirem suportar tanto tempo. - Tem um banheiro que tem uma janela no alto, eu já tentei fugir por ali, da exatamente nos fundos e dá pra escalar a grade, mas fui pego por que desmaiei na queda estava muito fraco.- Rafael diz mais uma vez enxugando as lágrimas com as palmas das mãos. - Você não devia se arriscar muito. - Eu estava com saudades da minha mãe. - Entendo. Penso mais uma vez em escapar, da última vez Lucy pagou com a vida, não quero que essas crianças sofram também. As bolsas das crianças ficam cheias e uma enfermeira aparece para recolher as bolsas de sangue. O guarda aparece e me puxa pelo braço pelos corredores da escola abandonada. Escuto gritos cada vez mais perto o coração aperta quando eu reconheço a voz de Carlo. Ele abre uma sala em que vejo o Carlo sentado em uma cadeira fortemente preso a ela, tem uma corda amarrando sua boca, que o feri, junto a ele está a mulher que um dia foi sua esposa, segurando um aparelho de choque. - Beatriz, meu marido é um tolo, fiz uma proposta a ele. Ou você sofreria na minha mão ou ele, e ele escolheu ele mesmo, isso é uma infidelidade e tanto não é mesmo? Um homem soca seu rosto que de imediato sangra. Meus pés ficam bambos e não aguento com a cena.
CAPITULO 48 - Você é tão bobinha sabia? Desdo dia em que conseguiu sair daqui, eu comecei a te acompanhar, ...
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CAPITULO 48 - Você é tão bobinha sabia? Desdo dia em que conseguiu sair daqui, eu comecei a te acompanhar, você se apaixonou pelo meu marido!- Ela coloca as mãos no peito como se estivesse desapontada.- e ele ficou caidinho por você, mas logo por você? Eu sinceramente preferia a Helen. - Você nunca amou o Carlo seus filhos? - Aprendi que amor é algo psicólogico, e isso só faz te atrapalhar, não concorda? - Não. Essa mulher é completamente doida. - Bobinha, agora vamos, hoje vai ter muito trabalho pra você. Dois homens aparecem quando ela estrala os dedos, eles me puxam para fora do local escuro e frio e me levam para um corredor, aqui parece um escola abandonada, luzes piscando pelos corredores, sangue nas paredes, e gritos ecoando por toda parte. Paramos em frente a uma porta com "Sala B" escrito nela. O homem alto e moreno abre a porta, mostrando várias crianças deitadas em macas com seus sangues sendo recolhidos. - Todos te deram presentes hoje Beatriz, então agora é a minha vez, como você ama crianças, quero que segure nas mãos delas até a bolsa de sangue encher e elas desmaiar, até lá ficará aqui, e não se atreva a fazer gracinhas, tem um guarda atrás da porta.- suas mãos frias tocam meu rosto.- Espero que tenha gostado do meu presente querida. Ela finalmente me deixa só com as crianças, o que foi um alívio. Doi muito ver crianças nessas situações. - Você está linda moça.- um menino dos olhos claros e cabelos andulados, esboça um sorriso ao me elogiar. - Obrigada, me chamo Beatriz e você?- me aproximo dele e seguro em suas mãos. - Rafael. - Então você é um anjinho, anjinho Rafael.- isso faz ele sorrir. - Como veio parar aqui?-ele fecha os olhos como se estivesse sentindo dores. Tento distrair ele e os outros que também prestam atenção em mim. - Não é minha primeira vez em um lugar como esse, consegui escapar uma vez, mas custou uma vida. Antes de ser sequestrada eu estava vivendo um momento lindo da minha vida, com uma pessoa que eu amava. - Ele está aqui?- uma menininha pergunta. - Ainda não sei. - Pode nos contar uma história? Sinto saudades de quando minha mãe li pra mim e meus irmãos, sinto saudades da minha família.- Rafael enxuga as
CAPÍTULO 47 O pano amarrado em minha boca abafa meus soluços, a corda que está em meus pulsos e pernas, ...
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CAPÍTULO 47 O pano amarrado em minha boca abafa meus soluços, a corda que está em meus pulsos e pernas, estão fortemente amarrados. O lugar é frio, úmido e escuro, a lâmpadas quebradas, seringas, algodão e sangue pelo chão, o que me faz entender exatamente onde me encontro, certamente em um galpão abandonado ou algo do tipo. Olho o espaço a procura de Carlo, o que é inútil, não devem ter trazido ele pra cá. Não tem nenhuma janela, apenas uma porta que deve está devidamente trancada. Lembro-me da ligação, do aviso, eu devia ter contado a alguém, isso tudo deve ser culpa minha. A porta se abre lentamente, fazendo soar um barulho irritante, uma silhueta aparece nas sombras, o barulho do seu salto ecoa no lugar. Ela é linda, alta, seu cabelo loiro é curto dá um toque de elegância em seu rosto, seu vestido preto expõe suas curvas, ela parece uma modelo que saiu diretamente da capa de um revista famosa. — Até que fim nos reencontramos Biazinha, a única diferença agora, é que estamos bem vestidas.– ela pisca pra mim. Nos reencontramos? Suas características são familiares. Lembro-me então do que a Dulce disse ter visto a mãe na época do sequestro. O coração dispara com a certeza, ela...ela é a mãe da Dulce. Ela desamarra o pano que estava em minha boca e se põe na minha frente novamente. — Você, você é...a– não consigo acreditar no que estou vendo, muito menos falar. — Você é um pouco lerda garota, acorda! – ela exclama dando um peteleco na minha testa. — O que você tá fazendo?.– a frieza em seus olhos me causam calafrios. — Não está claro? Eu estou realizando mais um sequestro seu, o que seria desnecessário se você não tivesse me atrapalhando da última vez, sua tolinha. — Por que faz isso? – não consigo conter umas lágrimas que insistem em cair. — Não me entenda mal, mas isso é adrenalina garota. Eu salvo vidas, sacrificando outras vidas, isso não é legal? – ela joga as mãos pra cima como se estivesse comemorando seus feitos. — Não. — Você nunca entenderia, mas, vou explicar. Quando eu tinha oito anos, vi meu pai entre a vida e morte porque precisava de uma doação de sangue, para nossa infelicidade o sangue dele era O-, o que é raro.  Essa doação nunca aco
CAPÍTULO 46 Foi tudo como um sonho, um sonho que me preocupava, lembrei-me da ligação, e percebi ...
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CAPÍTULO 46 Foi tudo como um sonho, um sonho que me preocupava, lembrei-me da ligação, e percebi que estava curtindo a vida, mas o que será que me esperava mais pra frente? Apois a festinha de boas vindas, Carlo me levou para um restaurante, que só tinha nos dois como cliente. — Pedi para meu primo (o dono) uma reserva especial.–ele me diz com um sorriso nos dentes, enquanto beija a minha mão. Está uma noite maravilhosa, nem estava com fome, mas quando senti o cheiro da comida sendo preparada meu estômago roncou, o cheiro já estava maravilhoso. No palco do restaurante tinha um cantor, com uma voz serena e calma, que cantava para nós dois uma música romântica. Estava sendo uma noite perfeita. — Bia, eu sei que foi tudo muito precoce, mas acredite quando eu digo que te amo, mantenha isso sempre em mente. Aquelas palavras trouxeram ternura ao meu coração, estou me sentindo amada, realizada. — Eu sempre terei isso em mente, eu te amo Carlo. Nossa conversa foi interrompida pela chegada da comida, uma lasanha que estava deliciosa. Quando acabamos de comer, Carlo me disse que gostaria de me mostrar um lugar especial, não me falou onde. Passaram-se trinta minutos dentro do carro, até chegar no destino, bem longe da cidade uma casa no campo, totalmente linda. Ele me mostra todo o cômodo, o que me impressionou bastante, a paisagem é maravilhosa mesmo sendo de noite. Ele me leva para um quarto que mais parece uma sala, tem fotos espalhadas por todo canto, bem antigas de quando Carlo era pequeno. —Antigamente morava-mos aqui, mas quando meu pai morreu eu resolvi morar na cidade, aqui trazia muitas lembranças, entende? —Entendo. E eu realmente entendia. Passamos a noite ali, conversando e olhando a bela lua que tinha resolvido aparecer. Carlo depósitou alguns beijos no meu pescoço o que me deixou bastante excitada. Decidi retribui e sentei em seu colo, espalhando beijos em seu pescoço, escutar seus gemidos abafados me excitou ainda mais, e pelo visto ele estava mais que eu. Carlo me jogou na cama com força, eu fui a loucura com isso. Foi com certeza uma noite linda, acordo com um café da manhã na cama e o sorriso maravilhoso do Carlo. —As crianças sentem
CAPITULO 45 "Acredito que o que enche os olhos a mulherada estão as roupas e saltos, então como eu ...
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CAPITULO 45 "Acredito que o que enche os olhos a mulherada estão as roupas e saltos, então como eu sou profissional no assunto mulher espero que goste desse momento. Um beijo querida, Túlio" Dessa vez ele teve razão amo roupas. Entro na loja e sou guiada por um atendente super gentil ele me ajuda nas escolhas e me disse que eu devia sair usando uma peça, escolho um vestido preto com pérola nas bordas. O vestido é colado no corpo, sexy é comportado. Escolha um salto prata para combinar com meu cabelo e me sinto um mulherão. Guardo todas essas sacolas no porta-malas e seguimos para o novo destino, dessa vez a loja de joias. O bilhete não poderia ficar de fora "Que essa joia seja símbolo do meu amor por você! beijos." Saio do carro com um sorriso no rosto, uma mulher me ajuda nas escolhas de brincos, colares, pulseiras e anéis. Ela me entrega um colar com um pingente de uma rosa e diz esse o Gustavo que escolheu especialmente para mim. Ela me ajuda colocar, estou completamente apaixonada é algo completamente apaixonante,é algo simples e singelo volto para casa e me sinto cansada. Observo que as luzes estão apagadas e no preparo para mais uma surpresa abro a porta e acendo as luzes, não tem ninguém na casa! Procurei em todo canto e nada, vou na cozinha e vejo um bilhete na mesa e leio "Vá para o Jardim". Sigo para os fundos rapidamente, me deparo com todos que amam, estavam todos lá. Minhas amigas partem para um abraço aconchegante. Carlo me beija e todos comemoram. -Agora é a vez do meu presente-ele disse me puxando pelo braço e me levando até uma garagem que eu nem sabia da existência. Tinha muitos carros mas apenas um me chamou atenção. Um que havia um laço vermelho gigante em cima de um carro branco maravilhoso. -Ele é seu amor! ME DESCULPEM PELA DEMORA
CAPITULO 44 "Beatriz quero que tenha um dia especial! Hoje quero que se sinta mais especial do que ...
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CAPITULO 44 "Beatriz quero que tenha um dia especial! Hoje quero que se sinta mais especial do que já, cada um da família escolheu um momento para você para mostrarmos o nosso amor por ti! Esse café da manhã exagerado quem escolheu foi os gêmeos, acho que eles foram bastante interesseiros nessa parte mas não deixa de ser especial agora vá para o próximo momento. Entre no carro. Um beijo querida" Deixa escapar uma risada, então esta que é a minha nova família não vou desapontá-los. O motorista do carro acelera e em poucos minutos paramos em frente a uma salão de beleza chamado Estilo Glamour o que me parece o olho da cara. O motorista me entrega uma nova cartinha dessa vez o bilhete é cor de rosa "Esse momento foi escolhido pela sua sogrinha Regina, toda mulher merece um encanto a mais oferecido pela estética. Um beijo querida" Tenho a impressão que alguém está me me achando meio acabadinha,rs. Uma mulher extravagante me olha de cima a baixo e pede para mim sentar em um banco em frente ao imenso espelho, ela puxa o meu cabelo e analisa com olhar de nojo o que ela pensa que é ela? Põe de lado na bancada todos os materiais que vai utilizar e põe um óculos em meus olhos que não me deixa enxergar completamente nada -Ordens da dona Regina, ela disse que é surpresa! E assim começou os procedimentos, estou completamente com medo do resultado final. Sei que ela pintou meu cabelo, fez as minhas unhas do pé e mão... Pronto querida, está lindíssima! Tiro o óculos do meu rosto rapidamente, mas continuo com os olhos fechados. Mordo meu lábio e aperto o banco com as minhas mãos e finalmente abro os olhos. Eu me impressiono com o resultado. Meus cabelos estão cortados em camadas e tem luzes platinadas o que realçam os meus olhos, as unhas estão pintadas com uma cor prata que achei linda! Seguro a emoção na frente do espelho e agradeço a profissional que sorri para mim. Mais uma vez o motorista acelera o carro, e dessa vez para em frente a uma loja de roupas e calçados e me entrega um bilhete de cor amarela "Acredito que o que enche os olhos a mulherada estão as roupas e saltos, então como eu sou profissional no assunto mulher espero que goste desse momento. Um beijo querida,
CAPITULO 43 Foi um momento de alegria que tive, que jamais esquecerei, principalmente porque ...
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CAPITULO 43 Foi um momento de alegria que tive, que jamais esquecerei, principalmente porque a torta estava uma delícia. Com o decorrer do tempo noto a ausência de um certo ser humano...Carlo. -onde está seu pai Dulcinha? -Ela expõem um sorriso sapeca melado de chocolate -Acho que já está na hora - ela diz - Hora de que? Ela tira do bolso uma cartinha pequena, o que me deixou bastante curiosa. Abro e tiro um bilhete azul, que está escrito... ESSEFOI BEM CURTO PARA DEIXAR CURIOSIDADE RS E POR CONTA DA CORRERIA TAMBÉM...
CAPÍTULO 42 Uma sensação ruim me percorreu hoje pela manhã, foi ruim e triste. Vejo o Carlo dormindo ...
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CAPÍTULO 42 Uma sensação ruim me percorreu hoje pela manhã, foi ruim e triste. Vejo o Carlo dormindo com a cara toda amassada, coloco os pés para fora da cama e sinto o chão gelado, é época de inverno e hoje é um dia chuvoso. Abro um pouco as cortinas e analiso o cair das gotículas de água, porque essa sensação? É como se eu fosse perder alguem que eu amasse muito. Aperto minha mão ao peito e suspiro fundo, torcendo para ser apenas uma sensação ruim, apenas isso. Meu celular vibra e isso me deu um susto daqueles, desbloqueio a tela do celular e fico surpresa com o número privado. Vou para o banheiro e atendendo o celular com as mãos trêmulas. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ °ligação on° ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ — Alô? — Beatriz?– uma voz feminina me pergunta. — Sim. —Seus dias de alegria está chegando ao fim, curta bastante. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~ °Ligação of° ~~~~~~~~~~~~~~~~~~ A ligação é encerrada sem ao menos esperar minha resposta, mas eu não teria resposta pra isso, apenas lágrimas, porque eu realmente acredito naquelas palavras. Me olho no espelho triste e desapontada, onde eu vim parar? E por que comigo? Carlo entra no banheiro e percebe minha tristeza, sem dizer nada me abraça apertado, o que me faz chorar ainda mais. — Preciso te contar algo.– digo determinada a contar toda essa situação. — Pode falar, só que depois amor, agora quero que lave esse rostinho e se arrume, tenho uma surpresa pra você lá embaixo.– ele diz depositando um beijo na minha testa. Me sinto frustrada por não conseguir contar. Tomo um banho corrido, e visto um vestido social azul, faço uma maquiagem bem básica e desço. Algo estranho está acontecendo, porque a casa está em silêncio, não tem ninguém na sala principal, nem nos corredores, penso em voltar para o quarto não estou no clima de felicidade. Que isso Beatriz? Você não é assim, penso comigo mesma. Vou até a cozinha em passos lentos e sou surpreendida com um... SURPREESAAAAA! E aqui estão eles com um sorriso maravilhoso no rosto, tento disfarçar minha tristeza e sorrio de volta pra eles. Tem uma torta de chocolate na mesa em formato de coração, e outras tortinhas de outros sabores, também tem frutas, pães e uns salgados.
CAPÍTULO 41 Tem certos momentos em sua vida em que você tem milhares de motivos para dizer sim, mas ...
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CAPÍTULO 41 Tem certos momentos em sua vida em que você tem milhares de motivos para dizer sim, mas acaba dizendo não por um único motivo. É sufocante essa sensação, e dolorosa, muito dolorosa. — Agora não é uma boa hora.— tento ser o mais curta possível. Evito completamente olhar em seu rosto, e sinto meu coração ser espremido, meus sim eram certeiros, mas por algum motivo, seria capaz de sair um não. — Você tem razão, me desculpa.— ele fecha a caixinha das alianças e se levanta.— Beatriz, eu ainda não desisti, vou te ver no altar me dando meu segundo sim, Eu te amo. Escutar isso me faz pensar se estou fazendo a coisa certa, e se meu futuro estiver batendo na minha porta e eu não estou abrindo? E se a pessoa que amo escapulir das minhas mãos? Quer saber, se é amor Resista, Lute e Persista. — Aceito. Ele procura certeza em meus olhos, mas a certeza está em meu coração, que gritou mais alto que a razão. — Carlo não me faça eu me arrepender, eu não tenho sorte com isso, eu tenho medo... Suas mãos geladas tocam suavemente o meu rosto, e uma sensação de ternura me envolve. — Vou fazer seu Sim valer apena meu bem, prometo.— Um beijo é deixado na palma da minha mão, e uma marca fica registrada no meu coração. Santo certeiro do amor, faz dar certo Amém! Ao passar das horas um medico me avalia com cautela, diz que amanhã bem cedo eu já recebo alta, o que faz Carlo andar com as covinhas visíveis pelo hospital. Daqui pra frente vai ser uma nova vida, uma nova Beatriz, novas experiências, rotinas, momentos, foi tudo muito rápido, mas cruzo os dedos na certeza que tudo vai dar certo, que seja escrita uma nova história.
CAPÍTULO 40 O barulho da chuva me trás a certeza que não estou mas grávida, um vazio preenche meu ...
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CAPÍTULO 40 O barulho da chuva me trás a certeza que não estou mas grávida, um vazio preenche meu corpo, e minhas lagrimas molham meu rosto. Eu tinha alguém para chamar de meu, para dizer que amo, para cuidar. Desejei não esta grávida, e a vida atendeu meu desejo, tirou ele de mim, e nem me deu a chance de senti-lo chutar, ou apenas escutar seu coração. Eu me arrependo...eu queria meu bebê. —Você acordou meu amor? Não sinto vontade de responder, de falar, apenas de chorar. —Ei esta tudo bem, ou pelo menos vai ficar.–Carlo deposita um beijo suave no meu rosto, que me desperta conforto. Passo a mão em minha barriga, e desejo ter aceitado ele desde o primeiro instante, uma dor me toma e eu me perco nela. —Ele se foi ne?–sinto minha garganta arranhar por dentro. Ele abaixa a cabeça negativamente como resposta. Nem cheguei a dar nome, ele não tinha nome. —Ele não teve nome. —Se chamava Anjo, o nome dele ou dela era Anjo Bia,mas, so você não sabia. E foi exatamente isso que ele se tornou hoje, um anjinho no céu. Encontro mais uma dose de conforto nas palavras do Carlo, realmente ele agora é um anjo. —Beatriz, eu sei que esse não é o momento certo. Mas eu te peço desculpas pela demissão. Eu já tinha visto como a Helen te tratava, e eu queria te demitir como baba, para te assumir como minha esposa, queria que você saisse de la como uma simples babá e entrasse como minha esposa. Mas meu plano foi por água abaixo, te chamei la em casa porque queria te pedir em casamento, e acabou acontecendo isso, um filho que eu nem sabia que tinha, morreu... Beatriz eu não tenho dúvidas do que sinto por você, você não olhou para o meu dinheiro, não olhou para o meu passado, olhou para mim, viu o que realmente eu sou e gostou. Você me encata, as vezes eu sento do lado da sua cama e te vejo dormir, te observo cuidar dos meus filhos, eu quero isso Bia, te quero como minha esposa, não seja a babá dos meus filhos, seja uma Mãe para ele.–Carlo se ajoelha do lado da minha cama de Hospital e levanta um porta anel azul marinho, ele abre e expõe um lindo anel.—Beatriz quer se casar comigo?
CAPÍTULO 39 Grávida? Ânsia de vômitos sempre foi normal na minha infância, se eu estivesse de cólica ...
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CAPÍTULO 39 Grávida? Ânsia de vômitos sempre foi normal na minha infância, se eu estivesse de cólica eu vomitava, dor de cabeça eu vomitava e por ai vai. —Por que você acha isso mano? Ele revira os olhos enquanto da a partida no carro. —Você esta se achando gorda, vomita constantemente. Eu simplesmente não posso estar grávida, eu não tenho uma estabilidade emocional e simplesmente não estou preparada. —Você não comentou nada com o Carlo ne? —Não, mas ele vai perceber. —Ai meu deus, a última coisa que eu preciso é dele vindo atrás de mim só por causa do bebê, e eu nem sei se estou grávida mesmo. —Calma, amanhã vamos no hospital e fazemos o exame. Essa ideia me pertuba o caminho inteiro, e se... Não eu não quero esta grávida. Me despeço do Gustavo e me jogo no sofa, passo a mão em minha barriga e custo a acreditar que possa ter um serumaninho aqui dentro. Três batidas na porta me tiram da minha loucura de pensamentos, me arrasto ate a porta como um bicho preguiça, se eu fosse um animal, com certeza seria um bixo preguiça. Abro a porta lentamente, sabendo o que ja me esperava. —Aceita um cachorro–quente? Carlo se encontra lindo com uma blusa social azul semi aberta, cabelos penteados para trás e um maravilhoso sorriso no rosto estendendo um cachorro–quente para mim. —Não, muito obrigada. —Posso entrar?– ele simplesmente não espera minha resposta e já vai entrando, folgado. —O que você quer? —As crianças sentem sua falta.–ele para um instante para me olhar e isso me deixa sem jeito confesso.—eu estou sentindo sua falta. —Pensasse nisso antes de me demitir.–vou ate a porta e aponto pra ela.—Bom...pode ir agora. —Bia, eu sei que errei em te demitir, mas eu tive meus motivos e quero te contar, mas não agora. —Você não me deve explicações. —Eu devo.–ele pega em minhas mãos e me transmite um calor. —Mas eu não quero escutar.–puxo minhas mãos das suas. —Olha.–ele puxa um papel do bolso.—eles fizeram esse desenho pra você, vai lá amanhã, não por mim, mas, por eles, você era mais do que uma babá para eles, não só para eles. Carlo deposita um beijo na minha testa e sai sem dizer mais nada. Fico curiosa para ver o desenho e me emociono ao ver os
CAPÍTULO 38 Agora que não trabalho mas para o Carlo é tudo muito diferente, eu tinha esquecido como ...
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CAPÍTULO 38 Agora que não trabalho mas para o Carlo é tudo muito diferente, eu tinha esquecido como era a minha vida aqui, o cheiro do meu apartamento, os miado do meu gato as saidinhas com as amigas, sinceramente trocaria isso tudo pelo sorriso do Arthurzinho, e pelas risadas dos gêmeos. Faz só um mês e eu não estou nada acostumada. A campanhia do apartamento toca, fico curiosa para saber quem é, saio do chuveiro e me enrolo em uma toalha. A campanhia toca mais uma vez, seja lá quem for esta com pressa. Vou ate a porta atender apenas de toalha. Minha casa, minhas regras! Só não esperava dar de cara com o Gustavo. —Eu já te falei que você fica sexy de toalha mana? —Não tem medo de morrer? —Se a assassina for você.–ele aponta pra mim.—Não sinto nem calafrios. —Engraçadinho. Entro no meu quarto e procuro uma roupa confortável, e bem folgada, coisas apertadas me incomoda ultimamente. —Mano, você esta me achando gorda? Ele me olha curioso. —Um pouquinho. —Eu to falando sério. Ponho as duas mãos na cintura e dou uma rodadinha. —Humm eu não to vendo nada de mais. —Vou fazer atletismo. —Vamos jantar hoje em um restaurante do meu primo. Restaurante...primo... Uma lembrança me vem com rapidez, a primeira vez que confundi Carlo e Túlio, ai meu santo ante-gemeos, que o gustavo tenha dois primos donos de restaurantes Amém! —E se eu não estiver muito afim?–dou um leve sorriso pra ele torcendo para ele dizer que tudo bem. —Eu não te perguntei se você queria ir mana, você vai e pronto. —Desde quando te dei esse nivel de intimamente em? —Desde quando me beijou dentro do carro, lembra? —Você que me beijou seu palhaço.–pego minha toalha molhada e jogo na cara dele. —Você amou mana, confessa, agora vem me da outro.–ele faz um biquinho de peixe e vem na minha direção. Não pude conter minhas risadas. —Mano vamos para um outro lugar, cinema, parque, zoológico, sei la. —Quer ver seus parentes no zoológico?–ele da uma risada escandalosa e minha única vontade é de esfregar a cara dele no chão. —Vamos para o circo, acho que lá você vai se sentir em casa ne Gustavo. Pego minha bolsa e vejo se esta tudo Ok. Me olho no espelho e sinto algo estranho, uma nova sensa
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